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	<title>Jéssica de Melo</title>
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		<title>Bibelô Cidadão</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 00:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[           Prestes a comemorar 41 anos de existência em Brasília no mês de outubro deste ano, o Parque Dona Sarah Kubitschek confirma definitivamente sua adoção ao estilo de vida dos brasilienses. Conhecido como “Parque da Cidade”, desde 1978 a área de 397 hectares vem se consolidando como pólo atrativo na capital federal.            Considerado um parque [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=114&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">           Prestes a comemorar 41 anos de existência em Brasília no mês de outubro deste ano, o Parque Dona Sarah Kubitschek confirma definitivamente sua adoção ao estilo de vida dos brasilienses. Conhecido como “Parque da Cidade”, desde 1978 a área de 397 hectares vem se consolidando como pólo atrativo na capital federal.</div>
<div id="attachment_118" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-118" title="Imagem029" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/imagem0292.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Corrida, caminhada e ciclismo no Parque" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Corrida, caminhada e ciclismo no Parque</p></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div><span id="more-114"></span></div>
<div style="text-align:left;">           Considerado um parque urbano, a presença de diferentes espécies de árvores e de um lago com peixes, patos e gansos, transformaram o local em fonte de distração e tranqüilidade, indo além de uma área só para prática de esportes e exercícios físicos. Hoje com a presença de 26 quadras poliesportivas, pista de patinação, ciclovia de até 10 km de extensão, e 16 estações de banheiros ao longo de sua área, o parque é visitado assiduamente pelos mais diversos tipos de pessoas, que adotaram parte da Asa Sul de Brasília como um local para atividade diárias. Aberto ao público 24 horas por dia, durante a semana cerca de 5.000 pessoas chegam a visitá-lo. Nos finais de semana o número de visitantes sobe para 15.000, quando o parque vira atração, principalmente, de campanhas de cunho social e área de diversão para as crianças. A estudante de relações internacionais Luisa Brant, 22 anos, tem uma filha de 1 ano e meio e conta as opções que o local oferece para as crianças. “Um dia eu posso levá-la para ver o parquinho e o lago, outro dia eu posso levá-la ao <em>Nicolândia,</em> no outro eu posso ficar com ela no gramado, brincando de bolinha de sabão&#8230;”. Antes de ter a primeira filha, a estudante já costumava freqüentar o parque para atividades físicas, hoje, relaciona suas necessidades com os horários da pequena Beatriz. “No dia que a gente vai pro parque, primeiro eu faço a caminhada com ela no carrinho e depois a gente fica brincando.”</div>
</div>
<p>            O maior parque da América Latina chegou às suas quatro décadas de criação sendo reconhecido como parte do patrimônio dos moradores de Brasília. A necessidade de um lugar como o parque em uma cidade cheia de prédios e arquitetada em base urbana como a capital do Distrito Federal, é vista como de fundamental importância para seus moradores. A funcionária pública Waldecíria Galvão, 44 anos, afirma que a localização do parque e a sua estrutura são questões que atraem o público. “Ele é central e muito arborizado. O tipo de percurso é uma coisa mais <em>light</em>, tem muita subida, muita descida, você encontra muitas pessoas ao longo do caminho. É um lugar onde você pode trazer sua família, onde as crianças podem brincar, onde tem pessoas que fazem churrasco, onde não tem muito prédio como o resto da cidade&#8230;”</p>
<div id="attachment_117" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-117" title="Imagem026 (3)" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/imagem026-3.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Placa em homenagem à nova administração" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Placa em homenagem à nova administração</p></div>
<p>            Algumas mudanças que o parque tem sofrido desde que a Administração de Brasília assumiu em agosto de 2008, vem fazendo com que as pessoas usufruam e acolham mais o local para atividades. As amigas Kelli Cristine e Francielly Moreto, que freqüentam o parque há seis meses contam da boa experiência que estão tendo com o parque e como isso fez com que o estímulo para exercícios aeróbicos aumentasse nelas. “O estacionamento é super tranqüilo, tem vários pontos de água, o visual é ótimo e não tem custo nenhum”, relata Cristine. “Tem muita gente aqui fazendo atividade, você se sente um pouco mais incentivada a fazer também”, acrescenta a companheira de corrida, Moreto.</p>
<p>           </p>
<div id="attachment_119" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-119" title="Imagem030" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/imagem030.jpg?w=225&#038;h=300" alt="Brasilienses se exercitam no Parque" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Brasilienses se exercitam no Parque</p></div>
<p>             Apesar das várias reformas e melhoramentos feitos há alguns meses, a questão da segurança em determinados estacionamentos e em áreas mais isoladas do parque são problemas ainda questionados pelos visitantes. O servidor público aposentado Etelvino Machado, 52 anos, é freqüentador assíduo das pistas de caminhada já há 10 anos, e conta que mesmo saindo de Águas Claras todos os dias para correr na altura da 901 sul, o pouco policiamento depois das 18 horas é um fator que ainda o incomoda, e fala que não arriscaria se exercitar a noite sozinho. Já a dona de casa, Ana Cláudia, 46 anos, relata que mesmo nunca tendo presenciado nada durante suas visitas de três vezes por semana ao local, ficou receosa após saber que um grupo de amigos foi assaltado às 3 horas da tarde em um dos estacionamentos. “A segurança é sempre importante”, declara ela. Segundo a assistente de administração do Parque Dona Sarah Kubitschek, Rejane Duarte, eles possuem segurança 24 horas por dia, feita por uma empresa terceirizada. Esclarece também que problemas com a iluminação têm ocorrido frequentemente em algumas áreas no período da noite, mas sempre que contactam a Companhia de Eletricidade de Brasília (CEB), eles dão no mínimo 11 horas para serviço de manutenção ao local.</p>
<p>           </p>
<div id="attachment_121" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-121" title="Imagem032" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/imagem0321.jpg?w=225&#038;h=300" alt="Placa inaugural do Parque de 1978" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Placa inaugural do Parque de 1978</p></div>
<p>             A adesão de exercícios físicos e de uma vida saudável são fatores que comparecem no topo da lista de atividades na agenda dos brasilienses. Após uma febre nacional de academias de ginásticas, as pessoas voltam a balancear os prós e os contras de se exercitar em um local fechado e cercado de lojas e apartamentos. O casal Norma e Alexandre Medeiros, 39 e 40 anos, dividem opiniões. Para a esposa, a prática ao ar livre é muito melhor do que em local fechado. Já para o marido, que vai ao parque duas vezes na semana, o parque e a academia podem funcionar muito bem como aliados. No caso dele, a academia serve para musculação e tonificação a partir de um treinamento mais especializado, já no local ao ar livre, o direcionamento é mais para a parte aeróbica. Alexandre ainda comenta outro ponto positivo encontrado a partir de exercícios fora da academia. “É (o parque da cidade) uma fonte de lazer e interação social. Aqui a gente faz amizade também. Nós temos amigos que nós fizemos aqui, que hoje a gente se encontra fora”.</p>
<p>            O parque agora espera a inauguração de uma academia criada para a terceira idade, a revitalização da Praça Renato Russo e do parque Ana Lídia, onde o governador do Distrito Federal, José Arruda, deve comparecer para uma cerimônia formal. A implantação de câmeras de monitoramento são inovações que estão também em fase de conclusão e que reforçarão a segurança do local.  A festa em celebração ao aniversário do parque está prevista para o dia 12 de outubro de 2009, dia das crianças, quando se pretende executar uma série de práticas em grupo, campanhas sociais, e reconhecimento, após mais um ano, do Parque da Cidade como agente ativo na vida dos moradores de Brasília.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/114/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=114&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Manual Narrativo: Dicas e Conceitos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 13:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[             A arte de escrever bem e de construir uma boa história são ferramentas que necessitam além de dedicação, talento. O livro A Jornada do Escritor traz justamente a proposta de um bom modelo para uma narração bem sucedida. Dividido em três partes, a obra mostra por meio de personagens e etapas o esqueleto básico [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=101&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>             A arte de escrever bem e de construir uma boa história são ferramentas que necessitam além de dedicação, talento. O livro <em>A Jornada do Escritor</em> traz justamente a proposta de um bom modelo para uma narração bem sucedida. Dividido em três partes, a obra mostra por meio de personagens e etapas o esqueleto básico de um roteiro.</p>
<div id="attachment_107" class="wp-caption aligncenter" style="width: 209px"><img class="size-medium wp-image-107" title="livro" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/livro.jpg?w=199&#038;h=300" alt="Foto: reprodução/internet" width="199" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: reprodução/internet</p></div>
<p>            A publicação é o resultado de uma vasta pesquisa entre filmes, que permitiu a um fiel leitor durante a adolescência se profissionalizar estudando roteiros de Hollywood. Com forte influência do escritor Joseph Campbell, o autor, Christopher Vogler, afirma logo no começo que sua obra se mostra de maneira clara e necessária àqueles que lidam com a escrita em qualquer área. Apesar da abrangência que o guia percorre, segundo o autor, fica nítido ao longo da leitura o quanto a obra é referencial à sétima arte.<span id="more-101"></span></p>
<p>           Definindo esquematicamente os arquétipos que rodeiam o protagonista de uma história, o manual determina claramente quais os estágios e caminhos que permeiam a jornada de um herói. A exploração das diferenças entre arauto, sombra, anti-herói, mentor, camaleão, pícaro e guardião de limiar, torna a obra um agradável guia, esclarecendo assim dúvidas e perfis de determinados personagens. Outro ponto interessante é a segunda parte do livro, por conta da divisão e explicação de atos e etapas. Entretanto, os termos e citações mencionados pelo autor tornam-se repetitivos, o que torna a leitura cansativa e pouco atrativa ao longo dos capítulos. A menção de nomes de filmes conhecidos ratifica a paixão de Vogler pelo cinema, o que acaba definindo a obra como um diário cinéfilo, desfazendo assim, expectativas daqueles que não são tão fãs de obras cinematográficas.</p>
<p>            Perguntas e metáforas, incluindo análise de filmes, são inseridas nos finais de cada capítulo da “parte II”, o que permite uma contextualização e teste por parte do leitor sobre o que foi explorado com a leitura do livro. Permite-se ainda, a confirmação de hipóteses, ratificando o aprendizado diante o manual. O epílogo, parte que recapitula toda a jornada da obra, traz análises bem construídas e dizimadas acerca de renomados filmes, onde se empregou, ou não, as dicas que aparecerem em <em>A Jornada do Escritor.</em> Indo na trilha de seus próprios conceitos, o autor deixou para o final, propositalmente ou não, o grande <em>clímax</em> da obra. A parte mais instigante, bem escrita e bem traduzida infelizmente só aparece no fim.</p>
<p> </p>
<p>Título: <em>A Jornada do Escritor – Estruturas míticas para escritores</em></p>
<p>Título Original: <em>The Writer’s Journey</em></p>
<p>Autor: Christopher Vogler</p>
<p>Idioma: Português</p>
<p>Editora: Nova Fronteira</p>
<p>Ano de Publicação: 1998</p>
<p>Estruturação: 446 p.p</p>
<p>Preço: R$ 35,90</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=101&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lar, Doce Lar</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias soltas...]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Bolo de Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Avó]]></category>
		<category><![CDATA[Chá de Camomila]]></category>

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		<description><![CDATA[            Fazia tempo que chovia sem parar na pequena cidade. Sentindo falta de tudo que lhe lembrasse em casa, ela sentia, principalmente, a falta do amigo próximo. Sem telefonemas, cartas ou presença física, Lúcia sabia que não agüentaria muito tempo ali.             &#8211; Vem pra dentro menina! – chamava a avó, todo dia, pontualmente às [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=94&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>            Fazia tempo que chovia sem parar na pequena cidade. Sentindo falta de tudo que lhe lembrasse em casa, ela sentia, principalmente, a falta do amigo próximo. Sem telefonemas, cartas ou presença física, Lúcia sabia que não agüentaria muito tempo ali.</p>
<p>            &#8211; Vem pra dentro menina! – chamava a avó, todo dia, pontualmente às 5 da tarde. Era hora do bolo de milho e do chá de camomila. Lúcia sabia que não pararia de chover tão cedo, mas assim que acordava, corria, dia após dia, pra varanda, esperando estiar e a luz do sol voltar.</p>
<p>            &#8211; Lucinha, pare de ficar pegando sereno o dia todo, minha filha. Qualquer hora dessas você cai de cama. Parece até que espera por alguém&#8230; – Dona Ilda insistia. Mas não havia muito o que fazer para conseguir que sua neta falasse, ao menos um pouco, sobre seus pensamentos.<span id="more-94"></span></p>
<p>            Já passavam das 8 da manhã e Lúcia ainda continuava na cama. Fora de sua rotina nas últimas semanas, ficar na cama até depois das 6 não era uma coisa muito comum. Mais tarde, perto da hora do almoço, D. Ilda viria a saber o motivo do sono prolongado.</p>
<p>            &#8211; Vó! Vó! Você não imagina com quem eu sonhei essa noite passada. Ah, Vó! Que saudade&#8230;</p>
<p>            &#8211; Com quem menina?</p>
<p>            &#8211; Com o Mauro, vó. Lembra-se dele? Meu amigo, Maurinho, que estudava comigo quando pequeno. Você sabe quem é, vó. Ele vivia lá em casa, lembra?</p>
<p>            &#8211; Lembro, minha filha, lembro. Mas me conte do sonho&#8230;</p>
<p>           A menina dançava de felicidade pela cozinha, falava tão rápido que a vó mal conseguia acompanhar suas silabadas.</p>
<p>         &#8211; Ele tava aqui, vó. Ele chegava de mala e tudo pra passar o resto das férias com a gente. Tava tão bonito o dia, era final de julho já, e a chuva finalmente tinha parado. Ele trazia um presente pra mim, vó. Ele tava tão lindo, com aquele mesmo cabelo preto, escorrido, caindo no olho. Era o meu Maurinho&#8230;</p>
<p>           Antes que a avó pudesse dizer o quão feliz estava por ver um sorriso de novo no rosto de sua neta, a feição de Lúcia mudou.</p>
<p>            &#8211; Pena que foi só um sonho. A chuva continua caindo e eu não tenho sem sinal do Maurinho&#8230;</p>
<p>            Na última semana de férias, a menina estava começando a ficar feliz para voltar para casa, para seu colégio e para Mauro. Amigos desde os 5 anos de idade, os dois nunca haviam passado mais que poucas semanas sem se falar. Já faziam dois meses e nenhuma das prometidas cartas haviam chegado. Lúcia levantou cedo, o café quentinho, preparado pela vó Ilda, esperava já pronto na mesa. Meio sonâmbula ainda, nem se dera conta de olhar pela janela e ver o dia que estava começando. Depois dos dois primeiros goles, Lúcia olhou espantada para a avó.</p>
<p>            &#8211; Ave Maria, vó! A chuva parou! </p>
<p>            Antes que D. Ilda pudesse responder à felicidade da neta, a menina já estava parada em frente ao portão sorrindo ao novo sol que nascia.</p>
<div id="attachment_95" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-95" title="lar" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/lar.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Foto: reprodução/internet" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Foto: reprodução/internet</p></div>
<p>            Naquelas férias de final de julho, Mauro não apareceu. Mas mesmo após dois meses sem notícias, Lúcia sorria feliz, pois sabia que com a volta do sol ao sitio de D. Ilda, era sinal de voltar pra casa, de voltar para o seu amigo, Maurinho.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=94&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Do Lado de Dentro</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:37:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Bebop]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Parker]]></category>
		<category><![CDATA[Década de 50]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[Yardbird]]></category>

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		<description><![CDATA[              O mundo da música, composto por todo o seu efeito e magia, se torna cada vez mais impactante e audacioso ao longo do tempo. Exatamente como aconteceu com a música tradicional, o Jazz nascido nos Estados Unidos da América se tornou elemento modificador e assim construtor de belas estórias sobre paixão e ritmo. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=84&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>          </p>
<div id="attachment_92" class="wp-caption alignleft" style="width: 243px"><img class="size-medium wp-image-92" title="CharlieParkerBirdlandNYC1949" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/charlieparkerbirdlandnyc19491.jpg?w=233&#038;h=300" alt="Foto: reprodução/internet" width="233" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: reprodução/internet</p></div>
<p>   O mundo da música, composto por todo o seu efeito e magia, se torna cada vez mais impactante e audacioso ao longo do tempo. Exatamente como aconteceu com a música tradicional, o Jazz nascido nos Estados Unidos da América se tornou elemento modificador e assim construtor de belas estórias sobre paixão e ritmo.</p>
<p>            O som feito a partir de misturas e combinações de instrumentos foi uma das grandes características da música jazzista. Narrando a trajetória de alguns dos grandes nomes do jazz, <em>BIRD</em> traz às telas a sensação de leveza e vida que acompanham esse ritmo. Produzido e dirigido por Clint Eastwood, o filme conta a vida de Charlie Parker, saxofonista renomado e influenciador do jazz atual, de forma tão próxima que durante todo minuto nos sentimos pertencendo ao globo musical dos anos 40. A fase do <em>Bebop</em> traz, além da delicadeza presente nas batidas fortes, o contato intenso e sensual que recria na música todas as sensações puras do ser humano: amor, medo, sonho, vida, desejo e conhecimento. É nesse caminho de genialidade envolvente que Charlie “Yardbird” cresce e explora-se durante o longa.           </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">              Vivendo uma relação matrimonial decadente e abalado profundamente pela perda de uma filha, o músico, encarnado no filme pelo ator Forest Whitaker, mostra o quão difícil é sobreviver da música e da paixão que por ela é provocada. Mesmo em sua época de ouro, o jazz já tinha seu grupo destacado, tornando ainda mais difícil a adoção e a adoração de ritmos tão qual misturados em ambientes diferenciados. Em uma época de mudanças contínuas e quebras de paradigmas na veia artística americana, o jazz conseguiu aos poucos conquistar seu espaço em casas noturnas, quebrando, assim, questões tradicionalistas e colocando em cena o grande cenário financeiro americano, Nova York.</div>
<p>           <span id="more-84"></span> A suavidade personalizada e a elegância que aos poucos vão dando corpo ao jazz são elementos próprios, mas que pouco se tornam relevantes quando se depara com a beleza musical e sedutora do mesmo. A graça no ato de fumar, o clima boêmio dos grandes bares nova-iorquinos e o saxofone ritmizado de maneira inovadora consolidam-se em uma atmosfera intelectual e criativa extremamente relacionada ao estilo musical, onde no filme incorporam-se a partir da camada penumbrosa da fotografia e de diálogos profundamente sensoriais.</p>
<p>            As personalidades fortes são partículas que tornam ainda mais humanos os personagens dessa época. No filme, a intensidade e a despreocupação com protocolos e etiquetas formais de Yardbird são pontos ainda mais esclarecedores e apaixonantes sobre o tema. O perfil traçado a partir de ideais e crenças pessoais dão ainda mais sentido ao poder de criação artístico nato a cada indivíduo pertencente ao mesmo cenário. Perseguindo, frequentemente e não casualmente, os grandes gênios, as drogas entram em analogia aos momentos de criação e estilo de vida produtivo deixando em evidência questões permanentes e necessitadas de um olhar profundo e doce, acessórios também esperados no consumo ao jazz.</p>
<p>            Assim como a sua origem histórica e de contextos influenciadores, a música jazzista orna em volta de seu ambiente um palco próprio onde se vai muito além da classe trabalhadora frequentadora de bares, do preconceito racial colonizador ou de uma barreira conservadora. O jazz foi, e ainda é, um grande movimento em busca de sensações, poder musical, intensidade e vida livre. É, acima de tudo, um momento de busca por paixão para uma existência inteira. </p>
<p><em>Título Original:</em> Bird<br />
<em>Gênero: </em>Musical / Drama<br />
<em>Tempo de Duração:</em> 160 minutos<br />
<em>Ano de Lançamento (EUA):</em> 1988</p>
<p><em> </em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/84/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=84&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Eco</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idéias soltas...]]></category>
		<category><![CDATA[idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo interior]]></category>
		<category><![CDATA[prisão interior]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>

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		<description><![CDATA[             Fazia tempo que não me sentia tão quieto. Às vezes soava até como um silêncio ensurdecedor. Olhava todas aquelas pessoas falando e articulando, como se fossem animais sem presença alguma de sentidos racionais ou futuros geradores de problemas.              &#8211; Quanto tempo pretende ficar aqui? – alguém me perguntou assim que cheguei. Se soubesse [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=82&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>             Fazia tempo que não me sentia tão quieto. Às vezes soava até como um silêncio ensurdecedor. Olhava todas aquelas pessoas falando e articulando, como se fossem animais sem presença alguma de sentidos racionais ou futuros geradores de problemas.</p>
<p>             &#8211; Quanto tempo pretende ficar aqui? – alguém me perguntou assim que cheguei.</p>
<p>Se soubesse a resposta não estaria em um lugar como esses. As pessoas continuavam a andar pra lá e pra cá. Sons e mais sons. A flor que se despetalava, o carro que ia embora sem chance de retorno, aqueles malditos vidrinhos chacoalhando, marcando quase a hora certa de me tirarem a memória novamente.</p>
<p>           - Você pode vir com a gente. – Você quer mais um pouco? – É só distração!</p>
<p>          Não cansam de tentar resumir todas as emoções em palavras sutis e embaraçosas? Eu prefiro continuar aqui sozinho. No meu canto preferido, que adotei como sendo meu novo espaço de meditação. Como conseguir ficar tanto tempo sem idéia de solidão em um? Em um sim, porque ficar em solidão a dois é muito fácil. Eu e eu mesmo. Eu e minhas barulhentas idéias. Pelo menos aqui elas estão sendo domadas. Só até o próximo chacoalho de vidrinho, eu sei, mas de curto em curto alívio consigo me livrar do barulho que me atormenta depois da cerca.</p>
<p>          &#8211; Pensei em fugir outro dia sabia? – Eu também pensei. Quem não pensa quando chega aqui? Vontade de controlar tudo de novo, de falar, de explicar, de esclarecer&#8230;<span id="more-82"></span></p>
<p>               Depois dos primeiros dias, a calma se instala. Quando passo muito tempo sem meu silêncio retirante, fico nervoso ao ponto de querer beber água sem parar. Como se o líquido que ali reside fosse isentar a origem das falas que nascem a partir de mim. Mas a sede é tanta, que às vezes acho que vou me afogar. E sempre chega alguém a me parar.         Outro dia me levaram pra nadar. De tanto insistirem, sorrirem e relatarem a “maravilhosa sensação”, resolvi experimentar. Outra chance de calar os pensamentos. Infelizmente, a água daquele recipiente fazia o mesmo efeito que a água do copo, fonte de fuga nos meus momentos mais apreensivos. Mas tentei relaxar.</p>
<p>            &#8211; Por que você está aqui? – alguém mais próximo tentou no quinto dia. – Está melhorando? – como se a minha certeza ou as minhas palavras fossem lhe trazer a esperança cultivada na mente de todos aqui.</p>
<p>            &#8211; Eu só não quero ficar pra sempre&#8230; – e eu que prezo meu silêncio magnífico acima de todas as palavras, me calei e continuei a vagar pelo verde.</p>
<p>            Não é óbvio que se soubesse como calar essas vozes dentro da minha cabeça já teria saído em meio aquele portão lá no alto? Eu saberia fazê-las parar e iria conseguir me controlar. Enquanto isso espero de quatro em quatro horas o chacoalho do meu alívio. E continuo após deles no meu momento de paz quietante, que me faz, calmo, esperar por um automóvel que um dia ainda irá voltar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/82/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=82&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Liberdade Jornalística: Ferramenta ou Excesso?</title>
		<link>http://jessicamelo.wordpress.com/2009/06/21/liberdade-jornalistica-ferramenta-ou-excesso/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Ética Jornalística]]></category>
		<category><![CDATA[Caso ABC]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Orson Welles]]></category>
		<category><![CDATA[Câmera Escondida]]></category>
		<category><![CDATA[Sigilo de Fonte]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Glass]]></category>

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		<description><![CDATA[                         O caminho percorrido por ética e moral abrange muito mais teorias e explicações que apenas um código redigido. A questão levantada em diversos ofícios envolve diariamente a profissão jornalística. Dilemas envolvendo coleta de dados, identificação pessoal, furto de documentos e comprometimento com a verdade são constantemente levantados por profissionais envolvidos na área. Três [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=77&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background:white;text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Arial;">            </span></p>
<div id="attachment_76" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-76" title="etica" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/etica3.jpg?w=300&#038;h=165" alt="Foto: reprodução/internet" width="300" height="165" /><p class="wp-caption-text">Foto: reprodução/internet</p></div>
<p style="background:white;text-align:justify;">             O caminho percorrido por ética e moral abrange muito mais teorias e explicações que apenas um código redigido. A questão levantada em diversos ofícios envolve diariamente a profissão jornalística. Dilemas envolvendo coleta de dados, identificação pessoal, furto de documentos e comprometimento com a verdade são constantemente levantados por profissionais envolvidos na área. Três acontecimentos de repercussão notável na imprensa trouxeram à tona análises de temas envolvendo a ética no jornalismo. O Caso de Orson Welles, de um programa apresentado na emissora americana ABC, e do repórter Stephen Glass possuem um pouco mais do que apenas ousadia e criatividade em suas divulgações.</p>
<p style="background:white;text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Arial;">            Em 1938, uma transmissão de rádio entrou para a história com a narração do então ator Orson Welles. O jovem de 23 anos simulou um ataque alienígena no estado de Nova York, com encenações baseadas no romance ficcional <em>A Guerra dos Mundos, </em>de H. G . Wells. O programa, considerado o primeiro caso de histeria em massa causado por um meio de comunicação, revoltou parte da população americana, por ter o objetivo de realmente assustar as pessoas e por usar métodos informativos facetos, levando a crer num real ataque. A emissão radiofônica choca primeiramente por não agir com a verdade em relação ao seu público, fator imprescindível na atividade jornalística. Artimanhas e um grupo de teatro foram usados de modo irresponsável e exagerados, não agindo assim, de acordo moral e respeitável com o meio de comunicação em que atuavam. A repercussão de um acontecimento como esse deve ser analisada e prevista de forma madura, com soluções ponderadas a serem tomadas. A relação entre matérias em meios de comunicação e responsabilidade merece muito mais cuidado e importância, que apenas mais uma “brincadeira” de Hallowen.</span></p>
<p style="background:white;text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Arial;">            <span id="more-77"></span>Outro caso polêmico aconteceu em 1992, quando uma reportagem feita pela emissora ABC mostrou repórteres se passando por funcionários de um supermercado americano. Com câmeras ocultas, a equipe do <em>Prime Time Live</em> foi em busca de comprovações sobre uma denuncia feita a partir de alterações e vendas de produtos com datas de validade vencidas. O estabelecimento <em>Food Liond </em>acabou processando a emissora de TV por fraude, e o tribunal do estado da Carolina do Norte condenou o uso de câmeras ou áudios e o uso de disfarces por repórteres. A indenização resultou na pena de US$ 315 mil para os jornalistas envolvidos no caso. A técnica de “câmera escondida” ainda hoje é usada por algumas emissoras no Brasil, criando assim discussões diversificadas a respeito do assunto. O uso de métodos escondidos gera um sentimento de humilhação e traição por parte dos envolvidos/acusados. Em um caso como o da denuncia sobre alimentos que afetam a saúde pública, é dever do jornalista divulgar esse tipo de absurdo. Dessa forma, é válido o uso de tecnologias que permitam a comprovação em verdadeiros casos onde há fraude, mostrando à sociedade as violações e crimes cometidos contra ela.</span></p>
<p style="background:white;text-indent:35.4pt;text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Arial;">A história de um talentoso jornalista, que virou filme em 2003, choca-se também com a questão da apuração de dados e veracidade com que lida um repórter. Stephen Glass foi repreendido após uma série de matérias publicadas, consideradas bem elaboradas e inovadoras, que se tornaram alvo de investigação por inverosimilhança. O jornalista, que escrevia na época para a <em>The New Republic Maganize,</em> foi processado e acusado de fraude na publicação de 27 reportagens escritas por ele. A criatividade e talento empregados por Glass em suas matérias, coerentemente, não reagiram bem junto a uma mistura de ficção. Em uma profissão onde se tem um compromisso com a sociedade, deve-se o relato de fatos verdadeiros para com ela, a criação de matérias baseadas em dados e fontes criadas a partir de uma consciência própria, jamais pode ser aceita como atividade de um repórter. Além da falta de ética, Stephen desrespeitou a revista e seu público com relatos fantasiosos. A ambição por escrever bem, nunca deverá ultrapassar limites de respeito, conduta ética e profissionalismo, em qualquer área que seja, principalmente no jornalismo.</span></p>
<p style="background:white;text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Arial;">            O uso de identidade falsa para a obtenção de notícias é outra prática que envolve princípios morais. É comum com a identificação do profissional como jornalista, o receio do público em falar a um veículo de comunicação. Parte daí a necessidade da mentira e do disfarce. Ambos devem ser evitados ao máximo. Deve-ser sempre levar em consideração a responsabilidade que determinas atitudes trarão ao repórter e aos envolvidos. Por fim, cabe aos profissionais especializados em jornalismo, agir de forma respeitosa, verdadeira e coerente, de acordo com seu veículo de trabalho, seu público e seus princípios.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/77/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=77&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Vida, os questionamentos e as paixões</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 20:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[1974]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Clara]]></category>
		<category><![CDATA[As Meninas]]></category>
		<category><![CDATA[Lia]]></category>
		<category><![CDATA[Lorena]]></category>
		<category><![CDATA[Lygia Fagundes Teles]]></category>

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		<description><![CDATA[             Entre divagações, conflitos e descobertas, a juventude se mostra presente sempre de forma desafiadora. Passeando entre gostos e ideais, três meninas aprendem de forma intensa e poética o real dilema da vida: sua existência. Ana Clara, Lia e Lorena vivem de maneira pessoal e envolvente dias a fio, em um simplório pensionato guiado por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=63&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>             Entre divagações, conflitos e descobertas, a juventude se mostra presente sempre de forma desafiadora. Passeando entre gostos e ideais, três meninas aprendem de forma intensa e poética o real dilema da vida: sua existência. Ana Clara, Lia e Lorena vivem de maneira pessoal e envolvente dias a fio, em um simplório pensionato guiado por freiras. Dividindo experiências e compartilhando suas consciências com o leitor, as três se tornam transparentes e encantadoras ao longo de uma estória que toca a fundo os principais desejos, medos e ambições do ser humano.</p>
<p>            Portando uma linguagem extrema e corrida, o romance jorra uma quantidade imensurável de pensamentos internos que chegam de forma sensorial ao receptor do livro. Quase uma exaustão mental, a falta de pausas e carência de vírgulas retratam a obra de forma realista e impactante ao outro lado da página. A personalidade de cada uma das protagonistas é traçada crescentemente de maneira expositiva, tornando claros e coerentes os anseios e os sonhos mais almejados por cada uma delas. Entre o vai-e-vem de narrações com as personagens e o narrador observador, o fluxo de consciência torna ainda mais genial e humana toda a idéia criada na mente dessas meninas.</p>
<div id="attachment_64" class="wp-caption aligncenter" style="width: 196px"><img class="size-medium wp-image-64" title="As_meninas_1954" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/06/as_meninas_1954.jpg?w=186&#038;h=300" alt="Foto: divulgação" width="186" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: divulgação</p></div>
<p>            <span id="more-63"></span>Lorena, sendo o topo de uma pirâmide que expõe a burguesia mais alienada cria, a partir de uma convivência tumultuada e confortante, um perfil utópico e ilusionista que exprime sua ausência de experiências, mas também uma numerosa quantidade de vontades bem guardadas e bem cultivadas. No papel de observadora e analista, ela é consumada por meio de paradoxos. Esses mostram uma menina maltratada por sua cadeia familiar, protagonizada por uma mãe dependente emocional e egocêntrica, e pela ausência de uma figura masculina, que lhe resultam em uma adoração platônica por um homem mais velho, casado e ambiguamente estável.</p>
<p>            Expondo o pano de fundo de uma ditadura militar e um período ameaçador ao Brasil, Lia é a responsável pelo gênio de liderança e aventureiro no trio do romance. Participando da classe média e dos jovens que lutavam por uma política justa, Lião – apelidada assim por seus companheiros de missão – é o pêndulo realista que alimenta o triângulo de idealizações. Preocupada em plantar a verdade e divulgar a podridão militar, ela se torna a personagem que menos se mostra diferente ao tempo, mantendo seu lado forte e pessoal acima dos acontecimentos banais que cercam o pensionato.</p>
<p>            O conflito psicológico e a insegurança – camuflada &#8211; são levantados por Ana Clara, por intermédio de um choque estético/intelectual e do seu objetivo de ascender socialmente. Caracterizada como a mais bela das três jovens, Ana se perde em meio a uma carreia de modelo e uma constante necessidade química, cultivada por meio de um relacionamento carnal e supérfluo com um rapaz também viciado. A carência emocional e afetiva pertencente a ela resulta na criação imaginária de um possível noivo, que lhe proporcionaria riquezas materiais e um <em>status</em> definitivo, efetivando assim seus desejos. Sua relação interior autodestrutiva acaba por gerar uma insatisfação pessoal, sendo responsável, mais à frente, por tentativas inconscientes de escapes.</p>
<p>            A obra fascinante de Lygia Fagundes Teles possui o principal ponto de analisar comportamentos vistos a distância, tão comuns, e que de perto, se revelam brilhantemente ricos e somadores de experiência. Com <em>As Meninas</em>, a escritora recebeu diversos prêmios literários, entre eles o &#8220;Jabuti&#8221;, o da &#8220;Câmara Brasileira do Livro&#8221; e o de “Ficção” da &#8220;Associação Paulista de Críticos&#8221;. A mesma, ainda possui mais três romances publicados e dezoito contos, pertencendo, assim, à &#8220;Academia Paulista de Letras&#8221;, desde 1982, e à &#8220;Academia das Ciências de Lisboa&#8221;, desde 1987.</p>
<p> </p>
<p>Título: <em>As Meninas</em></p>
<p>Autora: Lygia Fagundes Teles</p>
<p>Idioma: Português</p>
<p>Encadernação: 14&#215;21 – 288 p.p</p>
<p>Preço: R$ 38,50</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=63&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Garota jovem procura: Felicidade!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 13:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Extra!]]></category>
		<category><![CDATA[Garota jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Estudante de Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Música Gospel]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade IESB]]></category>

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		<description><![CDATA[             Chegar até os 18 anos sem indagações, questionamentos e ideais, não é ter atravessado a típica adolescência. Jennifer Emily Sousa Araújo aprendeu isso com o passar do tempo, e hoje, com 20 anos, ela tem a maioria de suas metas traçadas e sonhos cultivados. Formada no colégio CEMAB em Taguatinga, bairro também onde mora, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=62&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>             Chegar até os 18 anos sem indagações, questionamentos e ideais, não é ter atravessado a típica adolescência. Jennifer Emily Sousa Araújo aprendeu isso com o passar do tempo, e hoje, com 20 anos, ela tem a maioria de suas metas traçadas e sonhos cultivados. Formada no colégio CEMAB em Taguatinga, bairro também onde mora, ela passou pelo ensino médio com notas boas, oscilando entre história, a preferida, e matemática, o monstro dos números. Atualmente cursando Jornalismo em uma faculdade privada, na Asa Sul, Jennifer adora o mundo das redações, matérias e entrevistas jornalísticas. Solteira, ela ainda tem aquele tradicional sonho de casar e ter dois filhos. Enquanto cuida da família, ela afirma que estará também trabalhando em uma editoria de Cidades em algum jornal da capital federal.</p>
<p>            Ao contrário da maioria das meninas da sua idade, as badalações e shows de axé não chamam muita atenção da – previamente &#8211; tímida jovem. Ao invés de grandes multidões e som alto, ela prefere assistir a um bom filme no sofá de casa, e mostra que sua banda preferida não é nenhuma dessas da moda, e sim a <em>4 por 1</em>, um grupo de musica Gospel. Sua responsabilidade e seu jeito prestativo dão forma ao seu jeito meio calado, e ficam em evidência cada vez que sua personalidade forte se manifesta. Entre as artes, literatura e música perdem um pouco de destaque diante do encantador cinema. O filme preferido não poderia ser outro, senão o comovente <em>A Procura da Felicidade</em>. E assim como o filme, Jennifer sabe que tudo isso é apenas o começo, e que a felicidade anda solta por aí.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/62/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=62&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Dilema Jornalístico</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 00:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Ética Jornalística]]></category>
		<category><![CDATA[Fonte]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Suborno]]></category>

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		<description><![CDATA[- Um repórter mente e suborna fontes para obter informações de interesse público às quais ele não teria acesso se se identificasse como jornalista? A missão do jornalista é informar a sociedade sobre o que está acontecendo dentro de todo o contexto que ela abrange. A partir dessa visão, devemos analisar que tipo de mentira seria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=59&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>- Um repórter mente e suborna fontes para obter informações de interesse público às quais ele não teria acesso se se identificasse como jornalista?</em></strong></p>
<p>A missão do jornalista é informar a sociedade sobre o que está acontecendo dentro de todo o contexto que ela abrange. A partir dessa visão, devemos analisar que tipo de mentira seria empregada numa coleta de dados sobre um caso, eleito como de “interesse público”. Sabe-se que muitas fontes, ao saberem da profissão do envolvido, provavelmente teriam receio de passar informações mais esclarecedoras ou até mesmo comprometedoras. Nesse caso, a mentira pode sim acontecer, contanto que mais na frente não vá por em risco a fonte que lhe cedeu essas informações.</p>
<p>Já o suborno fica fora de questão, a partir do momento em que se escolheu essa profissão para cumprir e relatar fatos verídicos e de forma ética. O acesso a determinadas informações pode se tornar complicado em meio a uma investigação de dados, mas em nenhum momento o suborno pode aparecer como solução para obter qualquer informação privilegiada que for. Cabe ao jornalista uma busca incessante de versões, documentos e relatos, para que determinado caso venha à tona para a comunidade e a sociedade, que após a cobertura e análise concreta, julgará o seu grau de seriedade.</p>
<div id="attachment_60" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-60" title="jornalismo" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/05/jornalismo.jpg?w=225&#038;h=300" alt="Foto: reprodução/internet" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Foto: reprodução/internet</p></div>
<p><strong><em>- O jornalista deve publicar uma reportagem mesmo sabendo que ela pode prejudicar as pessoas?</em></strong></p>
<p>No posto de relator de acontecimentos, sempre haverá partes envolvidas que serão – ou se sentirão – prejudicadas. Em um caso onde duas ou mais versões são apuradas, a análise a fundo do ocorrido levará a um veredicto que ficará entre uma dessas versões. A partir desse ponto de vista, caberá ao repórter analisar e balancear a forma que certas pessoas poderão ser prejudicadas. E assim julgar como a reportagem deve ser publicada, colocando-se na situação do possível prejudicado, e talvez diminuindo o impacto que poderia causar na vida de alguns desses envolvidos.</p>
<p>Na maioria dos casos, deve-se publicar a matéria, já que (como foi dito no início) possivelmente sempre haverá uma parte prejudicada. O jornalista não deve se inibir ou ficar receoso diante da reação das “tais” pessoas prejudicadas, mas a certeza de que a matéria foi baseada em argumentos e dados verdadeiros, que mostram o fato verídico de um determinado acontecimento mostrado para a sociedade.</p>
<p>A certeza passada através da conclusão de um trabalho bem feito e com ética trará ao repórter o alívio de saber que certas pessoas que se sentiram prejudicadas com a matéria, sentiram-se daquele jeito por uma questão pessoal. O jornalista está livre, conscientemente, dessa possível acusação. A partir do momento em que o profissional se compromete com a verdade e com a apuração de dados daquele caso, está isento de qualquer auto-recriminação. Sabe que está recorrendo à verdade e transmitindo-a ao público, cumprindo o seu papel de jornalista.</p>
<p> </p>
<p><em>PS: Questões levantadas em sala de aula, na cadeira de Criatividade e Inovação.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jessicamelo.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jessicamelo.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=59&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">jornalismo</media:title>
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	</item>
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		<title>É Fantóstico!</title>
		<link>http://jessicamelo.wordpress.com/2009/05/19/e-fantostico/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 15:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>melojessica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Fantástico]]></category>
		<category><![CDATA[Formato]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Patrícia Poeta]]></category>
		<category><![CDATA[Zeca Carmargo]]></category>

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		<description><![CDATA[                O programa estreiou há mais de 35 anos, mas até hoje continua sendo referência tanto como um portal de notícias, quanto para o tradicional domingo em família. Desde o seu início, o programa semanal apostou em uma estrutura completamente inovadora e diferenciada dos outros programas jornalísticos que se conhecia até então. O Fantástico, além [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jessicamelo.wordpress.com&amp;blog=7438459&amp;post=55&amp;subd=jessicamelo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>                O programa estreiou há mais de 35 anos, mas até hoje continua sendo referência tanto como um portal de notícias, quanto para o tradicional domingo em família. Desde o seu início, o programa semanal apostou em uma estrutura completamente inovadora e diferenciada dos outros programas jornalísticos que se conhecia até então. O <em>Fantástico</em>, além de narrar fatos que aconteceram no mundo durante a semana, injetou em sua grade entretenimento de diversas áreas. Da política à educação, o programa traz toda semana reportagens dos mais diversos temas, que atingem todas as classes e faixa etárias. De uma forma descontraída e subjetiva, os apresentadores, mais de 30, que passaram pelo programa durante todos esses anos, interagem com o público de forma clara e acessível, trazendo para toda a família um programa divertido e informativo.</p>
<div id="attachment_56" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-56" title="fantastico" src="http://jessicamelo.files.wordpress.com/2009/05/fantastico.jpg?w=300&#038;h=201" alt="Foto: Divulgação" width="300" height="201" /><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>            <span id="more-55"></span>Com o passar dos anos, apresentadores “titulares”, interinos e responsáveis por quadros específicos, foram saindo, dando espaço para novos jornalistas e comunicadores. Como não podia deixar de acontecer, com cada novo apresentador, vinha junto uma nova forma pessoal de apresentar e de se impor frente ao público. Hoje ao comando de Patrícia Poeta, Zeca Camargo e Tadeu Schmidt, o <em>Fantástico</em> chega as nossas telas com uma nova configuração. Já típico de programas semanais, a emissora começa a apresentar chamadas dias antes de o programa ir ao ar, já preparando e instigando o telespectador a estar “programado” para ele, naquele determinado dia. Dessa forma, a emissora acaba criando expectativas, naturais, já que durante quase toda a semana, anuncia-se sobre “aquela” entrevista exclusiva, ou sobre “aquela” denúncia sobre o Ministério Público. Com uma alta expectativa, muitos espectadores têm se desapontado com a qualidade das entrevistas tão prometidas durante a semana, ou até mesmo com a qualidade das perguntas, vale ressaltar, muitas vezes banais a certos entrevistados, como foi o caso da entrevista com o jogador Ronaldo, o Fenômeno, após um episódio com travestis na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>            Com um visual bem mais moderno do que quando começou, a revista eletrônica disponibiliza de vários artefatos tecnológicos e comunicacionais, o que permite uma visão mais profunda de assuntos específicos, como o que foi apresentado em um certo domingo, expondo versões de um acontecimento no Brasil, e versões do mesmo fato na Argentina, permitindo ao público uma “globalização” de acontecimentos, e criando um paralelo entre o geral e o específico.</p>
<p>            Outro fato tão desconcertante quanto às perguntas e indagações banais em certas reportagens é a mudança rápida de feição e tom de voz, acompanhada da mudança de tema exposto pelos apresentadores. Certas vezes, a mudança é tão drástica, que chega a soar como falso aos telespectadores. Sabe-se que o caráter informal do programa é que o faz ser tão sucedido como é, mas essa informalidade certas vezes, chega a se confundir com exposição de pontos de vista, e “pessoalidade”. Todavia, o <em>Fantástico</em> é um dos poucos programas televisivos que mostra a realidade como fato democrático, chegando a todas as classes econômicas, fazendo-as entender e se sentir dentro de todo esse universo. A “revista eletrônica” é sem dúvida um dos programas mais tradicionais da televisão brasileira, e é através dele, que boa parte da população que não tem acesso ou entendimento a outros programas durante a semana, separa especialmente o domingo à noite para dividir os acontecimentos do mundo com sua família e amigos.</p>
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